domingo, 10 de abril de 2011

Voavas para onde?




Eu voava para longe de ti.

Voava para aperfeiçoar.

Voava por prazer.

Não sou uma águia, mas as minhas penas reluzem ao sol e o meu grasno encanta-te. Faz-te recordar não é? Aqueles finais de tarde, já com o areal vazio e enrolada na toalha, o cheiro a água atlântica gelada... Eu voava e voo. Voo todos os dias para longe de ti.

terça-feira, 29 de março de 2011

Rascunhos dos 20 aos 80



terça-feira, 23 de novembro de 2010

De Maputo para a Selva
















quinta-feira, 16 de setembro de 2010









Recortes de viagens....

domingo, 6 de junho de 2010

Special Moments.

Special People.

quinta-feira, 3 de junho de 2010



De todas as ruas que percorremos, há sempre uma que nos passou despercebida. Porque chovia, pela azáfama do momento, pelos olhos enevoados, por cem motivos que desconhecemos.
Nessas ruas estavam sempre muitas vidas. Vidas de cruzamentos de outras vidas que nos poderiam levar a outras vidas. Mas porque a rua nos passou despercebida a canoa seguiu sempre para outra sina.
A Mimi andou por essas ruas, venturosamente cruzámo-nos duas vezes!
“Mimi o cara(...)!” é o grito de guerra entoado carinhosamente.

quinta-feira, 8 de abril de 2010


Memória de outros tempos que são o Hoje

Por quanto tempo é possível reter memórias do que já não volta?
Guardo bilhetes, recibos, guardanapos, papéis, papéis, papéis. Tudo por momentos (...) estranhos momentos (...) momentos pequenos (...) olhares cúmplices de quem espera mais um momento
.




quinta-feira, 8 de outubro de 2009

E quando os pirilampos esvoaçarem pelas ruas da metrópole eu vou aferrar-te vigorosamente a ti ventura efémera, sequiosa de afecto. E vou tocar-te os beiços como se de uma fonte de água viva se tratasse.
Os sinos podem tocar, os coches parar, as gentes do vestido preto admirar, os padres crucificar... Mas, somos movidos pelos ventos quentes das terras secas.
Letras e mais letras que somam 2.

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

O tempo é feito de momentos doces.
Como o suspiro e os suspiros de uma tarde de Inverno.

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Ao som do Damásio....



Não tenho nenhuma simpatia especial por Angola ou angolanos molestos.
Talvez o melhor de Angola sejam mesmo os estrangeiros.... e claro o Damásio, esse grande rei da música.
Dúvida: terá sido o Damásio ou o álcool a animar a festa?

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

As mãos negras delatam o sexo pela cor do verniz. Apertam-me varonilmente, ditando as regras do compasso.
Só a anca pode mexer. Esquerda, direita mas só a anca!
A técnica é clara, não restam grandes dúvidas. Mas a voluptuosidade negra, essa...
Será congénita ou poderei aprender??

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Ajoelhou-se e pediu-me para casar.
Será que o beije para ver se sai príncipe?!

Vamos fazer amigos entre os animais...




Posted by Picasa

Se a vida fosse Geometria chamar-lhe-ia Osculação

“Mas... e pedes desejos às estrelas cadentes?”

Quesito sem valor que sustenta a ausência de silêncio. Ou, talvez não. Talvez seja uma dúvida pertinente e clarificadora da personalidade de um estranho.

Se pedir aceito-o no meu alargado grupo de dementes.
Se não pedir, excluo-o do meu circulo aberto e deixo-o ir para o mundo da normalidade aborrecida.
A resposta foi: ~~~~~~~~
É segredo bem guardado, e porque as luzes se acenderam ninguém saberá.

(a loucura bate à porta com muita força, vou abrir para ver quem é)

quinta-feira, 16 de julho de 2009

Desvendando segredos

Hoje queimo, rasgo e grito os preconceitos que me invadem os Cornos.
Vermelho?? Só o baton.
Roxo??? As unhas.
Laranja??? Humm... Soutien.
Preto???? A alma.

E se as formigas só forem organizadas porque são obrigadas??? Raios para a formatação!

Na verdade, na verdade vermelho só quando joga o Benfica e em silêncio. Roxo nem nos funerais. Laranja, só no copo e mesmo assim..... e, A alma essa é sempre cor-de-rosa mesmo quando Preto bate à porta.

quarta-feira, 15 de julho de 2009

Do outro lado fica... Nova York


Filhos de Maputa

Ainda que o tempo nos habitue às pedras da calçada ou à falta delas, há sempre um buraco novo com o qual nos deparamos e, pois claro Filhos de Maputa.

112 em Maputo??? – Humm Filhos de Maputa...
Se não vejamos: o senhor que aparenta automóvel em bom estado, seguro contra terceiros e respeitante dos limites de velocidade é parado pelas autoridades, em média, 3 vezes por semana. Os procedimentos são os mesmos: documentos e pois claro um consolozinho para o bolso.
As autoridades abundam como as baratas nos prédios coloniais, que ainda hoje choram por restauração. No entanto por ironia do destino vá se lá tentar telefonar-lhes….

23h00 horas: começam as corridas de carros numa das avenidas da cidade. Bêbados ou sóbrios mas com toda a certeza tresloucados fazem questão de acelerar as suas chapas pelos vermelhos erguidos.
A esta hora as autoridades estão desautorizadas. O 112 é uma central de emergência fantasma que ninguém atende. Ninguém atende!
Os pedintes de farda desconhecem ou talvez não, as rotinas destas avenidas, importa-lhes manter a ordem nos ordeiros e receber umas pratas dos desordeiros.

Para quê mais… Filhos de Maputa.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

A idade da inocência


terça-feira, 19 de maio de 2009

Sem sentido