quarta-feira, 15 de julho de 2009

Do outro lado fica... Nova York


Filhos de Maputa

Ainda que o tempo nos habitue às pedras da calçada ou à falta delas, há sempre um buraco novo com o qual nos deparamos e, pois claro Filhos de Maputa.

112 em Maputo??? – Humm Filhos de Maputa...
Se não vejamos: o senhor que aparenta automóvel em bom estado, seguro contra terceiros e respeitante dos limites de velocidade é parado pelas autoridades, em média, 3 vezes por semana. Os procedimentos são os mesmos: documentos e pois claro um consolozinho para o bolso.
As autoridades abundam como as baratas nos prédios coloniais, que ainda hoje choram por restauração. No entanto por ironia do destino vá se lá tentar telefonar-lhes….

23h00 horas: começam as corridas de carros numa das avenidas da cidade. Bêbados ou sóbrios mas com toda a certeza tresloucados fazem questão de acelerar as suas chapas pelos vermelhos erguidos.
A esta hora as autoridades estão desautorizadas. O 112 é uma central de emergência fantasma que ninguém atende. Ninguém atende!
Os pedintes de farda desconhecem ou talvez não, as rotinas destas avenidas, importa-lhes manter a ordem nos ordeiros e receber umas pratas dos desordeiros.

Para quê mais… Filhos de Maputa.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

A idade da inocência


terça-feira, 19 de maio de 2009

Sem sentido

Evasões





quarta-feira, 25 de fevereiro de 2009


Entre risos e gotas de humor límpido fui perdendo o siso.
A inconstância possui os meus desígnios. Nada é certo, só a inépcia.
A demência desafiou a voluptuosidade e espicaçando o meu lado licencioso remo até aos castelos de areia.
Gargalhadas inócuas sublevam a paixão pelo estrangeiro. Voam noites velhas imanadas pelo desejo.
Ainda que o ponteiro gire, permaneço resoluta nas minhas dúvidas. Presa por correntes invisíveis que se fortalecem pelo tempo.
Ainda que a loucura avance sobre as minhas muralhas, as gargalhadas vão continuar e correndo o mundo vou compor a fantasia.

segunda-feira, 9 de junho de 2008

Reflexo Solitário