E quando os pirilampos esvoaçarem pelas ruas da metrópole eu vou aferrar-te vigorosamente a ti ventura efémera, sequiosa de afecto. E vou tocar-te os beiços como se de uma fonte de água viva se tratasse.
Os sinos podem tocar, os coches parar, as gentes do vestido preto admirar, os padres crucificar... Mas, somos movidos pelos ventos quentes das terras secas.
Letras e mais letras que somam 2.
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
quinta-feira, 1 de outubro de 2009
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observador
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13:50
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sexta-feira, 11 de setembro de 2009
Ao som do Damásio....
Não tenho nenhuma simpatia especial por Angola ou angolanos molestos.
Talvez o melhor de Angola sejam mesmo os estrangeiros.... e claro o Damásio, esse grande rei da música.
Dúvida: terá sido o Damásio ou o álcool a animar a festa?
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observador
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16:35
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sexta-feira, 21 de agosto de 2009
As mãos negras delatam o sexo pela cor do verniz. Apertam-me varonilmente, ditando as regras do compasso.
Só a anca pode mexer. Esquerda, direita mas só a anca!
A técnica é clara, não restam grandes dúvidas. Mas a voluptuosidade negra, essa...
Será congénita ou poderei aprender??
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observador
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16:03
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quarta-feira, 19 de agosto de 2009
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observador
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18:09
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Se a vida fosse Geometria chamar-lhe-ia Osculação
“Mas... e pedes desejos às estrelas cadentes?”
Quesito sem valor que sustenta a ausência de silêncio. Ou, talvez não. Talvez seja uma dúvida pertinente e clarificadora da personalidade de um estranho.
Se pedir aceito-o no meu alargado grupo de dementes.
Se não pedir, excluo-o do meu circulo aberto e deixo-o ir para o mundo da normalidade aborrecida.
A resposta foi: ~~~~~~~~
É segredo bem guardado, e porque as luzes se acenderam ninguém saberá.
É segredo bem guardado, e porque as luzes se acenderam ninguém saberá.
(a loucura bate à porta com muita força, vou abrir para ver quem é)
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observador
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14:49
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